quinta-feira, 2 de junho de 2016
PCC 2o bimestre TEH (vespertino e noturno)
Responda
às demais questões, exemplificando:
5. O
livro leva em consideração a progressão cognitiva e maturação dos estudantes
(conforme estamos estudando através da psicologia da educação)?
6.
Diversidade textual - São explorados somente os textos produzidos pelo(a)
autor(a) ou ele trabalha com outros tipos de textos?
7.
Atividades.
•
São separadas do conteúdo?
•
Trabalhadas apenas como fixação ou como momento de
aprendizagem significativo? Levam o aluno a refletir? A construir um novo
saber?
•
São estimulantes (desafiadoras) para os alunos?
•
Estimulam conscientemente as competências cognitivas básicas
(análise, comparação, observação, investigação, síntese, criatividade,
interpretação, planejamento, relacionamento, etc.)?
•
Estimulam o aprendizado de procedimentos?
•
Levam em conta a experiência vivida dos alunos?
•
Estimulam a capacidade de produzir argumentos?
•
Há gradação de dificuldades nos conteúdos e exercícios?
8. Cidadania
e diversidade cultural:
•
Combate à passividade, estimulando as crianças e adolescentes
a serem cidadãos ativos e co-responsáveis pela construção de seu mundo?
•
Estimula o espírito colaborativo (trabalhos em grupo, troca
de ideias, debate de problemas, socialização)?
•
Traz preconceitos em textos ou imagens com relação à etnia,
idade, sexo, origem social ou geográfica? Aborda claramente questões de
discriminação?
•
Atende à diversidade cultural do povo brasileiro, nas imagens
e nos textos?
•
Traz preconceito com relação à cultura popular?
•
Traz preconceito religioso, ou afirma uma única opção
religiosa?
•
Dá espaço para o professor aplicar os conteúdos à realidade
local?
•
Aborda a questão das desigualdades sociais?
•
Estimula o convívio social, o respeito, a tolerância e a
prática da democracia?
9. Iconografia:
Traz
imagens somente como ilustração ou como documento (questões para analisar as
imagens)?
quinta-feira, 19 de maio de 2016
UNIVERSIDADE
ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ
GRUPO
DE PESQUISA ENSINO DE HISTÓRIA
PROCESSO
DE SELEÇÃO PARA INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIA (2016- 2017) NA ÁREA DE ENSINO
DE HISTÓRIA.
EDITAL
02/2016: RESULTADO FINAL
1. Aprovados. Projeto Professores da
Educação Básica e Consciência Histórica. Orientador Professor Dr. Jean Carlos
Moreno
|
Classificação
|
Nome
|
Ano
|
Histórico Escolar
|
Questões de
Avaliação
|
Média
|
Cidade
|
|
1º
|
Maria Carolina
Cornélio
|
2º
|
9,1
|
9,0
|
9,1
|
Ribeirão Claro
|
|
2º
|
Monique Aparecida de
Souza Danny Oliveira
|
2º
|
8,5
|
9,0
|
8,8
|
Chavantes
|
|
3º
|
Andréia Cordeiro
|
2º
|
8,1
|
9,0
|
8,6
|
St. Antonio da
Platina
|
2.
Aprovados. Formação de professores
de História (UENP-UEL).
Orientadora.
Professora Doutora Marisa Noda
|
Classificação
|
Nome
|
Ano
|
Histórico Escolar
|
Questões de
Avaliação
|
Média
|
Cidade
|
|
1º
|
Andressa Fernanda Pereira
|
2º
|
7,9
|
9,0
|
8,4
|
Jacarezinho
|
|
2º
|
Mateus Forcella
Biagini
|
2º
|
7,7
|
9,0
|
8,3
|
Jacarezinho
|
3. Suplentes.
|
Classificação
|
Nome
|
Ano
|
Histórico
Escolar
|
Questões
de Avaliação
|
Média
|
Cidade
|
|
Suplente
|
Ana
Paula de Oliveira Gomes
|
1º
|
Não
fornecido
|
9,0
|
XX
|
Jacarezinho
|
Obs. Os candidatos aprovados deverão apresentar-se no
colegiado de História, às 21h00, no dia 20/05/2016
para encaminhamentos do projeto.
Jacarezinho,
19 de maio de 2016.
(assinado no
original)
Prof. Dr. Jean Carlos Moreno
Grupo de Pesquisa Ensino de História - UENP
domingo, 15 de maio de 2016
DIDÁTICA DO ENSINO DE HISTÓRIA 2o bimestre
PCC (2º bimestre)
1. Investigação a respeito da consciência histórica de
estudantes do ensino básico.
•
Entrega
da reescrita: 02 de junho (por e-mail: historiaaprendizuenp@gmail.com).
•
Aplicação do questionário (a partir de 09 de
junho):
•
Mínimo: 01 turma em
uma escola
•
Pode ser em escolas
diferentes
•
Diagnóstico
sociocultural da turma e da escola
TRABALHO ESCRITO
PCC
Entrega: 30 de junho
• Primeira parte:
Análise da consciência histórica dos estudantes a respeito do tema
escolhido.
• a)
Sobre os dados coletados:
• Caracterização
da Escola [município, rural/urbana, histórico (há quanto tempo ela existe),
condições gerais da escola / público que atende / quantos alunos, colocação no
ranking do MEC (IDEB / ENEM), etc.].
• Sobre
os alunos (série, idade, quantidade).
• Comentários
sobre o processo de coleta.
b) Os estudantes e o tema
escolhido
• Análise da
investigação sobre a cultura histórica dos alunos a respeito do tema
escolhido. (Como os alunos veem este tema? Sua leitura revela ‘pré-conceitos’
compartilhados socialmente?).
• (pode-se transformar
os dados em um gráfico e/ou citar as respostas dos alunos).
Segunda parte:
Discussão Historiográfica Sobre o Tema
• Revisão
de literatura:
• Situar as discussões
contemporâneas sobre o seu tema (autores).
• Utilizar os autores
levantados na bibliografia selecionada no primeiro bimestre.
• pode consultar
Revistas e Internet.
ELEMENTOS
TÉCNICOS
•
PADRÃO ABNT (Fonte Times 12,
entrelinhas: 1,5)
•
CITAÇÃO (AUTOR, ANO, PÁGINA)
•
CAPA
•
SUMÁRIO
•
BIBLIOGRAFIA (no final do trabalho)
APRESENTAÇÃO EM SALA
2º bimestre
APRESENTAÇÃO
PPC
Data
|
Tema
|
16/6
|
Juventude
e Política
|
16/6
|
História da África
|
23/6
|
Mulheres
brancas na colônia portuguesa
|
30/6
|
Mulheres negras da
periferia
|
07/7
|
História
e cultura indígena
|
14/7
|
• 1.
Apresentação e avaliação dos resultados da pesquisa junto aos estudantes.
• 2. O
que as pesquisas acadêmicas podem contribuir para ampliar a consciência
histórica dos estudantes.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Reorganizando Teorias do Ensino de História - NOTURNO
TURMA 2º ano NOTURNO
Reorganizando o cronograma da disciplina Teorias do Ensino de História
(fechamento do 1º bimestre)
10/5 –
Entrega do trabalho coletivo da
PCC.
Aula: Discussão do texto: BITTENCOURT, C. Aprendizagens em
História. In: Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo:
Cortez, 2004. p. 181-198.
17/5 – Prova Escrita
24/5 – Debate:
|
3. O diálogo com os avanços da Historiografia.
|
Glauber
|
Natasha
|
Reorganizando Metodologia do Ensino de História
Reorganizando o cronograma da disciplina Metodologia do
Ensino de História.
09/5 – Entrega do trabalho coletivo da PCC.
Aula: discussão do texto GINZBURG, Carlo. “Sinais: raízes de um
paradigma indiciário” In: ______. Mitos, emblemas, sinais: Morfologia e
História. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 143-180.
Debate:
|
SOUZA, E. C. O Uso do Cinema no Ensino de História:
propostas recorrentes, dimensões
teóricas e perspectivas da educação histórica. Palmas: Escritas, Vol.4 (2012). pp. 70-93.
|
Andressa
|
Talita
|
16/5
Aula: discussão
dos textos
ABUD, Kátia; SILVA, André C. de
M.; ALVES, Ronaldo C. Documentos escritos e o ensino de História. Ensino de
História. São Paulo: Cengage Learning, 2010. p. 1-26.
MORENO, J. C.; RANZI, S. F.
Desenvolvendo Atividades e Avaliando a partir do Documento Histórico. Avaliação
no Ensino de História nas Séries Iniciais. Brasília: Ministério da
Educação, 2006. 102 p.
Debate
|
MORENO,
J. C., CAETANO, J. A. G. História e Cinema: dilemas da modernidade
contemporânea na babel de Alejandro González Iñárritu. O Olho da História, Revista de Teoria, Cultura, Cinema e
Sociedades. , 2016.
|
Vinicius
|
Felipe
|
23/5
Prova escrita
segunda-feira, 25 de abril de 2016
2º ano noturno MEH
TÓPICOS DA AULA EXPOSITIVA DE 25/04/2016
CINEMA E ENSINO DE HISTÓRIA
CINEMA – CULTURA ESCOLAR
Vídeo-tapa buraco;
Vídeo-enrolação;
Vídeo-deslumbramento.
José Manuel Moran
não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem
discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns
momentos mais importantes.
Na cultura dos estudantes
- Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso.
“O cinema dá a impressão de que é a própria vida que vemos na
tela, brigas verdadeiras, amores verdadeiros. Mesmo quando se trata de algo que
sabemos não ser verdade [...]” Jean-Claude Bernadet
O vídeo explora o ver
... o visualizar, o ter diante de nós as situações, as
pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais...
O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o
narrar, o contar histórias.
... um ver que está situado no presente, mas que se interliga
não linearmente com o passado e com o futuro.
Educar o olhar
Espectadores passivos - consumidos pelas imagens.
Aprender a “ler” o cinema é realizar esse rito de passagem do
espectador passivo para o espectador que analisa.
Fruir
Indústria Cultural
A cultura como mercadoria (música, telenovela, esportes,
etc.);
Entretenimento e valores.
Imagens em movimento
forte carga de realismo.
“O passado enquanto tal não existe no cinema. Toda ação
passada é um atual resgatado do vivido do drama por uma
implicação lógica ou psicológica: é o presente no passado, mas sempre é
presente” (MITRY, 1978, p. 158).
FILME HISTÓRICO
O filme histórico evoca duas temporalidades o passado e o
presente.
Em muitos casos, o retorno ao passado funciona como um
instrumento de ocultação de um conteúdo presente que se deseja passar ao
espectador” (NOVA)
“O que deve ser buscado em um ‘filme histórico’ não é a
‘verdade histórica’ contida nele, mas a verossimilhança com o fenômeno
histórico que retrata” (NOVA)
PREPARAR
Um desconhecimento do professor transformará a exibição em
entretenimento, ou na única informação que o aluno terá sobre o período
estudado, plasmando, em suas mentes aquelas cenas como “verdadeiras”.
PREPARAR-SE
Como o filme conseguiu produzir em mim este ou aquele
efeito?,
Como o filme me conduziu a simpatizar com determinado
personagem e a achar outro odioso?,
Como o filme gerou determinada idéia, determinada emoção,
determinada associação em mim?
(Francis Vanoye,Anne Goliot-Lété)
ATIVIDADE
1492 – A CONQUISTA DO PARAÍSO.
Ficha catalográfica
Tempo de Duração: 155 minutos.
Ano de Lançamento: 1992
Nacionalidade: EUA / Inglaterra / França / Espanha)
1.
Explorando o contexto de produção
CINEMA E ENSINO DE HISTÓRIA
CINEMA – CULTURA ESCOLAR
Vídeo-tapa buraco;
Vídeo-enrolação;
Vídeo-deslumbramento.
José Manuel Moran
não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem
discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns
momentos mais importantes.
Na cultura dos estudantes
ligado a um contexto de lazer, e
entretenimento.
- Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso.
SENSAÇÃO DE “REAL”
“O cinema dá a impressão de que é a própria vida que vemos na
tela, brigas verdadeiras, amores verdadeiros. Mesmo quando se trata de algo que
sabemos não ser verdade [...]” Jean-Claude Bernadet
O vídeo explora o ver
... o visualizar, o ter diante de nós as situações, as
pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais...
O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o
narrar, o contar histórias.
... um ver que está situado no presente, mas que se interliga
não linearmente com o passado e com o futuro.
Educar o olhar
Espectadores passivos - consumidos pelas imagens.
Aprender a “ler” o cinema é realizar esse rito de passagem do
espectador passivo para o espectador que analisa.
Fruir
A fruição de um filme combina a
intuição com a lógica, a emoção com a razão.
Combina, mas começa pelo sensorial,
pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional.
Indústria Cultural
A cultura como mercadoria (música, telenovela, esportes,
etc.);
Entretenimento e valores.
Imagens em movimento
forte carga de realismo.
“O passado enquanto tal não existe no cinema. Toda ação
passada é um atual resgatado do vivido do drama por uma
implicação lógica ou psicológica: é o presente no passado, mas sempre é
presente” (MITRY, 1978, p. 158).
CONSIDERAÇÕES
Um filme
nunca será a expressão da “verdade histórica”;
Não há cem
por cento de objetividade no olho mágico da câmera;
Um filme não
é apenas um recurso didático, mas, principalmente, objeto de estudo.
FILME HISTÓRICO
O filme histórico evoca duas temporalidades o passado e o
presente.
Em muitos casos, o retorno ao passado funciona como um
instrumento de ocultação de um conteúdo presente que se deseja passar ao
espectador” (NOVA)
“O que deve ser buscado em um ‘filme histórico’ não é a
‘verdade histórica’ contida nele, mas a verossimilhança com o fenômeno
histórico que retrata” (NOVA)
PREPARAR
Um desconhecimento do professor transformará a exibição em
entretenimento, ou na única informação que o aluno terá sobre o período
estudado, plasmando, em suas mentes aquelas cenas como “verdadeiras”.
PREPARAR-SE
Como o filme conseguiu produzir em mim este ou aquele
efeito?,
Como o filme me conduziu a simpatizar com determinado
personagem e a achar outro odioso?,
Como o filme gerou determinada idéia, determinada emoção,
determinada associação em mim?
(Francis Vanoye,Anne Goliot-Lété)
ORGANIZAÇÃO
Análise do
filme pelo professor, salientando elementos estéticos, linguagem e conteúdo.
Definição
dos objetivos com o trabalho.
Elaboração
de questões e atividades.
Operacionalização:
tempo, espaço, parceria com outra disciplina.
Aplicação.
Ficha catalográfica
Época de
produção:
Temporalidade:
Localização;
onde se passa a narrativa:
Personagens:
Falas e
imagens destacadas:
Filme - Aplicação
MODELO1:
ASSISTÊNCIA DIRIGIDA
a)
Encaminhamento de questões e do olhar do aluno, através da explanação e do trabalho
prévio do professor.
b) Análise
do filme e atividades.
Vantagem:
chega-se mais rápido ao objetivo
Desvantagem:
elimina um pouco a subjetividade
Onde
aplicar? Onde há complexidade de informações, onde o mais importante é a
abstração racional.
Filme -
Aplicação
Modelo 2:
CHOQUE, ENCATAMENTO, MARAVILHA.
a)
Assistência livre, sem encaminhamentos.
b) Questões;
debate aberto.
c)
Assistência quadro-a-quadro.
Vantagens:
debate mais rico, surpresa com novos olhares
Desvantagens:
mais trabalhoso.
Onde
aplicar? Filmes que tragam maior envolvimento emocional e afetivo.
ATIVIDADE
1492 – A CONQUISTA DO PARAÍSO.
Ficha catalográfica
Tempo de Duração: 155 minutos.
Ano de Lançamento: 1992
Nacionalidade: EUA / Inglaterra / França / Espanha)
Direção: Ridley Scott
1.
Explorando o contexto de produção
2.
Explorando
2:
a Europa dos séculos XV e XVI
a Europa dos séculos XV e XVI
3.
Explorando
3:
em busca de almas, ouro e do Paraíso Terrestre
em busca de almas, ouro e do Paraíso Terrestre
4.
Explorando
4:
o encontro e o choque cultural
o encontro e o choque cultural
Explorando 5:
Colombo e a construção do herói
Colombo e a construção do herói
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