sexta-feira, 22 de março de 2019

Primeiro Bimestre



DIDÁTICA DO ENSINO DE HISTÓRIA

Programa (1º bimestre)


a) Introdução ao Ensino de História: Consciência Histórica

b) Juventude, Escola e Ensino de História

Leitura coletiva obrigatória

21 e 28/3
SERRES, M. Polegarzinha. Rio de Janeiro: Bertrand, 2013.
04/4
CERRI, L. F. Didática da História: uma leitura teórica sobre a História na prática. Revista de História Regional, n. 15, 2010. p. 264-278.
11/4
CARRETERO, M. Três Sentidos da História. In: Documentos de identidade: A construção da memória histórica em um mundo globalizado. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 31-67.



Composição da nota bimestral




Ver cronograma  Debate: Apresentação  4,0

Ver cronograma  Debate: problematização  4,0

Ver cronograma   Relatório do debate   2,0


02/5  Prova 10,0 


Apresentação e debate

Data
Texto
Ap.
Prob.
04/4
A escola como espaço sociocultural.
1
2
11/4
A Escola “Faz” as Juventudes? Reflexões em torno da Socialização Juvenil
2
3
25/4
A invisibilidade da juventude na vida escolar
3
1

Critérios para avaliação da apresentação

Preparação coletiva.
Exposição do texto de maneira clara e objetiva.
(ideia central; ideias secundárias, exemplos interessantes).
Extrapolação: argumentação embasada no texto indicado ou em pesquisas complementares.  Levantamento de problemas.

Critérios para avaliação da problematização

GRUPO DEBATEDOR:
Preparação coletiva.
Comentário ou problematização com base na apresentação dos colegas e nos textos indicados.
Identificação da ideia central do texto.
Postura acadêmica.
Extrapolação: argumentação embasada no texto indicado ou em pesquisas complementares.  Levantamento de problemas.

Relatórios

Entrega no mesmo dia da apresentação.
Modelo no Blog e no Gurgos
Ideia central do texto
Ideias secundárias
Exemplos utilizados pelo grupo

Prova

Textos obrigatórios
Conteúdo dos debates
Conteúdo das aulas expositivas

Prova: critérios avaliativos

Compreensão dos textos.
Relação dos textos com a situação atual do ensino de História
Articulação com o que foi debatido em sala. 

quarta-feira, 20 de março de 2019

Orientações Gerais 2019


Não é comum ter que orientar procedimentos de estudo no Ensino Superior. Contudo, pela experiência, seguem algumas dicas para aqueles que se interessarem.

1. A nossa disciplina se pauta numa proposta pedagógica específica, sociointeracionista, que visa, em última instância, estimular a interaprendizagem. Portanto, na prática, não existe o ‘apenas’ estudar “para a prova”. Envolva-se com as discussões em sala e aproveite ao máximo o tempo da aula.
2. Faça anotações de palavras-chave ou conceitos trabalhados em aula. A maioria de nós não possui uma “super memória”. Se conseguir, crie o hábito de fazer um “resumo da aula”, a partir das anotações, quando chegar em casa ou no dia seguinte. Com isso, o seu desempenho vai melhorar muito.
3. Há uma diversidade de avaliações em nossa disciplina em todo bimestre. Valorize estas oportunidades de aprendizagem e não somente a prova escrita.
4. Busque os textos no começo do bimestre e leia-os com cuidado, grifando o que achar mais importante, o quanto antes. Anote as dificuldades e as traga para discutir com o professor e os colegas.
5. Não protele a realização dos trabalhos. Produza-os no começo do bimestre, para não se sobrecarregar com as demais disciplinas.
6. Você já tem uma trajetória na Educação Básica e sabe as dificuldades e vantagens dos trabalhos em grupo. Não embarque na ‘canoa furada’ de protelar até a última data a produção coletiva, esperando que alguém dê o passo inicial. Se observar que o trabalho não está sendo produtivo, converse com o professor o mais breve possível, para encontrar uma solução.
7.            As datas de avaliações e entregas de trabalhos são definidas e divulgadas no início do bimestre. Se houver alguma necessidade de alteração, por força maior, será comunicado em sala, no blog e pela rede social.
8. Este é um curso presencial e a universidade cobra dos professores a realização de chamadas. A responsabilidade pelo controle das próprias faltas é sua. Leia a legislação da UENP (manual do aluno) sobre a questão das faltas. Se houver necessidade, apresente justificativa pelos trâmites legais.
9. Não dê valor a boatos e maledicências, se tiver dúvida quanto a algum procedimento, marque um horário e dialogue com o professor. O horário para atendimento no Ensino Superior é previsto em lei.
10. A Universidade oferece muitas atividades de Extensão, Ensino e Pesquisa. Se você puder, procure envolver-se com algum projeto. Isto aumentará ainda mais o seu aproveitamento e desempenho.
11. No mais, temos certeza que teremos um bom curso, com muita dinâmica, debate e aprendizagem.


Atenciosamente,

Prof. Jean Moreno

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Exame Final MEH 04/12



Bibliografia Mínima.

ABUD, Kátia; SILVA, André C. de M.; ALVES, Ronaldo C. Documentos escritos e o ensino de História. Ensino de História. São Paulo: Cengage Learning, 2010. p. 1-26.

ALBUQUERQUE JR. D. M. Fazer defeitos nas memórias: para que servem o ensino e a escrita da história? In: GONÇALVES, M. de A. [et al.] (Orgs.). Qual o valor da história hoje? Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012. p. 21-39.
AMARAL, C.; ALVES, E.; JESUS, E.; PINTO, M. H. Sim, a historia é importante! O trabalho de fontes na perspectiva da Educação Histórica. Lisboa: Porto, 2012. 32p.
BOSI, E. Memória e Interação. In: ____. Memória e Sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.  p. 405-432.
CAINELLI, M. SCHIMIDT, M. A. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2004.
CASTELO, S. C.; CECATTO, A. FERNANDES, M. R. Imagem e Ensino de História. In: MAGALHÃES JUNIOR, A. G.; ARAÚJO, F. M. L (Org.). Ensino & linguagens da História. For­taleza: EdUECE, 2015. (p. 235-267)
FRANCO, A. P.; VENERA, R. A. S. A Memória e o Ensino de História Hoje: um desafio nos deslizamentos de sentidos. In:  ZAMBONI, E. Digressões sobre o ensino de História: memória, história oral e razão histórica. Itajaí: Editora Maria do Cais, 2007.  p. 73-102.

GINZBURG, Carlo. “Sinais: raízes de um paradigma indiciário” In: ______. Mitos, emblemas, sinais: Morfologia e História. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 143-180.

MATOS, J. S.; SENNA, A. K. História oral como fonte: problemas e métodos. Historiæ, Rio Grande, 2 (1): 95-108, 2011.
MORENO, J. C., PEREIRA, A. C. Fotografia e Escravidão: uma proposta de utilização da produção de Victor Frond no ensino de História. História & Ensino (UEL), 2015.

MORENO, J. C.; RANZI, S. F. Desenvolvendo Atividades e Avaliando a partir do Documento Histórico. In: Avaliação no Ensino de História nas Séries Iniciais. Brasília: Ministério da Educação, 2006. p. 17-33.

RANZI, S.; FUCKNER, C.; LIMA, A. O uso do Documento Histórico. In: ______ A avaliação em História no Ensino Fundamental. Curitiba: UFPR, 2006. p. 35-116
ROCHA, H. A presença do passado na aula de História. In: MAGALHÃES, M. et al (orgs.). Ensino de História - usos do passado: memória e mídia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2014. p. 33-51.

Exame Final TEH 05/12



Bibliografia Mínima.

BITTENCOURT, C. Aprendizagens em História. In: Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2004. p. 181-198. (no Gurgos)
CARRETERO, M. Construtivismo e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. 96 p.
CARRETERO, M. Representações e Aprendizagem das Narrativas Históricas. In: _____; CASTORINA, José A. (Orgs.) Desenvolvimento cognitivo e educação: Processos do conhecimento e conteúdos específicos. vol.2. Editora Penso: Porto Alegre, 2014. 
DELVAL, J.; KOHEN, R. A Compreensão de Noções Sociais. In: CARRETERO, Mario; CASTORINA, José A. (Orgs.). Desenvolvimento cognitivo e educação: Processos do conhecimento e conteúdos específicosvol.2. Editora Penso: Porto Alegre, 2014.
HOFFMAN, J. Novos Olhares sobre a Avaliação. In: ____. Pontos & Contrapontos – do pensar ao agir em avaliação. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998.  p. 11-32.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

RANZI, S.; FUCKNER, C.; LIMA, A. A disciplina escolar de História e as finalidades avaliativas de seu ensino. In: ______ A avaliação em História no Ensino Fundamental. Curitiba: UFPR, 2006. p. 5-34.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

AVALIAÇÃO 4o bimestre TEH



·                     A avaliação é individual. Troquem ideias com os colegas, mas não troquem as respostas já preenchidas. Mesmo sem querer, ao ler a resposta redigida por outro colega, você poderá fazer um texto muito semelhante, o que prejudicará a você e ao seu colega.
·                     Da mesma forma, não copie ou se baseie em resenhas ou resumos presentes na internet. Fundamente sua resposta na sua leitura e nas discussões que foram feitas em aula. 
·                     Cada questão deve ser respondida em, no máximo, 20 linhas, fonte Arial, tamanho 12, entrelinhas 1,5.
·                     Não se esqueça de colocar seu nome na folha de respostas.
·                     Entrega por e-mail: historiaaprendizuenp@gmail.com até 22/11/2017 às 12h00


1. A estrutura do desenvolvimento cultural da mente é a linguagem e seu instrumento cognitivo central é a narrativa (EGAN apud CARRETERO, 2014). Mário Carretero, dentre outros autores, compreende que a narrativa ocupa lugar central nos resultados da aprendizagem da História. Indique as principais características da produção e consumo das narrativas históricas, bem como sua relação com a aprendizagem histórica.

2. Delval e Kohen partem da premissa de que há um ensino inadequado sobre a sociedade (noções sociais) nas escolas com objetivos louváveis, mas dificilmente alcançados. Com base nesta constatação, responda:
2.a) O que os autores propõem para superar esta situação? (2,5)

2.b) Indique uma noção social (conceito) presente no livro didático de História ou no Guia dos LD que você analisou durante este ano. Com base no texto de Delval e Kohen, explique como esta noção (indicada) poderia ser melhor desenvolvida nas aulas de História do Ensino Fundamental (2,5). 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

4o bimestre TEH



10/10 

DEBATE

RANZI, S.; FUCKNER, C.; LIMA, A. A disciplina escolar de História e as finalidades avaliativas de seu ensino. In: ______ A avaliação em História no Ensino Fundamental. Curitiba: UFPR, 2006. p. 5-34.

Apresenta: grupo Ana Paula
Debate: grupo Cleiton

17/10

DEBATE

DELVAL, J.; KOHEN, R. A Compreensão de Noções Sociais. In: CARRETERO, Mario; CASTORINA, José A. (Orgs.). Desenvolvimento cognitivo e educação: Processos do conhecimento e conteúdos específicos, vol.2. Editora Penso: Porto Alegre, 2014.

Apresenta: grupo Tiago
Debate: grupo Ana Paula

07/11

DEBATE

CARRETERO, M. Representações e Aprendizagem das Narrativas Históricas. In: _____; CASTORINA, José A. (Orgs.) Desenvolvimento cognitivo e educação: Processos do conhecimento e conteúdos específicos, vol.2. Editora Penso: Porto Alegre, 2014. 

Apresenta: grupo Cleiton
Debate: grupo Tiago

21/11 – Prova (sobre os três textos do debate).


Notas:
Apresentação - 5,0
Debate - 5,0
Prova: 10,0

terça-feira, 26 de setembro de 2017

SEMINÁRIO DE ESTÁGIO - APRESENTAÇÃO VESPERTINO

APRESENTAÇÃO

É muito importante se preparar bem para as apresentações.
  • Montem a apresentação no PowerPoint. Revisem coletivamente a apresentação para que não haja erros de digitação ou de escrita. Evitem textos longos na projeção.
  • Apresentem olhando para o público. Não leiam textos no Power Point (ele é apenas um roteiro). Não deem as costas para os avaliadores.
  • Cheguem antes do horário para testar os equipamentos e a qualidade da projeção.
  • Deixem preparada a apresentação no equipamento (notebook) de um dos membros da equipe, mas tragam cópias em Pen Drive para evitar imprevistos.
  • O tempo da apresentação deve ser de 1 hora: (dividir o tempo entre os membros).
  • Organizem bem a sequência das falas para que ninguém pareça perdido nas passagens entre os apresentadores.
  • Prevejam uma pequena introdução, em que se agradeça ao público presente e explique a intensão do trabalho.
  • Ao final do trabalho, retomem novamente estes objetivos como síntese e também os agradecimentos.
  • Convidem colegas e façam a divulgação dos seus trabalhos. A apresentação ficará mais legal com mais gente assistindo.



Horário
Local
Tema
Avaliador
13h30
Salão Nobre

IMAGENS DA HISTÓRIA REGIONAL: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O TRABALHO COM AS MEMÓRIAS DA REVOLUÇÃO DE 1930 NA CIDADE DE ITARARÉ-SP.

Prof. Selonk
15h20
Salão Nobre

FOTOGRAFIA E NEGRITUDE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O TRABALHO COM A RESISTÊNCIA NEGRA NO BRASIL E NOS ESTADOS UNIDOS.

Prof. Selonk