terça-feira, 13 de outubro de 2015

De todo amor





Composição: Jean Moreno; Fabrício Pascoal
Interpretação: Os Desarrazoados (Flávio Ruckstadter - vocal e violão; Aline Trigo - vocal; Luis Barnabé - baixo; Vanessa Ruckstadter - bateria e percussão)


De todo amor,

Que será feito?

Espelhos de barro?

Catarses no leito?

Alegria na dor?


De todo amor,

Que mais resta?

Janelas de água?

Migalhas na festa?

Sombra na cor?


De todo amor

Só quero um pouquinho

(não sou egoísta)

Daquele que é meu

Daquele que é meu

Pra ser o que for

Seja como for.



De todo amor

Só quero um pouquinho

Daquele que é nosso

Preso nos dentes


Cozido a vapor

PETIÇÃO PÚBLICA

Um grande número de professores da Faculdade de Educação da UFF, em parceria com o Movimento Liberdade para Ensinar, criou a seguinte petição pública, na expectativa que este documento consiga uma adesão significativa o bastante para fazer frente a esses projetos:

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR85668

O GT de Ensino de História já assinou e estamos entrando em contato com a diretoria da ANPUH-Brasil. Contamos com a assinatura de todos vocês e uma ampla divulgação em todas as redes que discutam educação e docência.

O tempo




Composição: Jean Moreno e Fabrício Pascoal
Interpretação: Os Desarrazoados (Flávio Ruckstadter - violão; Aline Trigo - vocal; Luis Barnabé - baixo; Vanessa Ruckstadter - bateria e percussão)



Agora...

A água que escorre é o tempo

A légua que sobra é o tempo

A língua que cala é o tempo


A dança que embala é a espera

A crença que inspira é a espera

A benção que sopra é a espera


A seta que falta é a cor

A meta que esconde é a cor

O afeto que busca é a cor


O que se vive é a cor

A cor é o que se vive agora


Agora...

A língua escorre, espera

A água sobra, espera

A légua cala, espera


A crença sopra a cor

A dança embala a cor


A benção que inspira é o tempo

A meta que falta é o tempo

A seta que busca é o tempo

O afeto que esconde é o tempo



Agora,


O que se contempla é o tempo....

2o ano TEH

RESUMO DA AULA DE 24/9

2. significação

SUPERAÇÃO

“da forma habitual na prática docente, em que o ato de ensinar toma os conteúdos da disciplina como referência e tenta aproximá-los, de forma mais ou menos motivadora, dos alunos” (SCHMIDT, CAINELLI, p. 50).

 

Estratégias de Significação

 

Partindo do Presente.

A construção do sentido se dá na inserção em tempos mais longos.

 

Acontecimentos

X

tempos mais profundos

 

 

3. Ampliar a noção do que se entende por “conteúdo”.

 

Há diversos conteúdos não explicitados em nossa organização curricular prática.


Trazê-los para a consciência.


Formação de competências específicas na construção de uma leitura histórica do mundo.

 

 

Pensar a Formação de COMPETÊNCIAS


Sem habilidades e competências cognitivas  - formar o tal do “cidadão crítico” é algo desprovido de sentido.

 

Competência

É a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações, etc.) [Perrenoud]

 

Conteúdos conceituais

São aqueles que se relacionam ao saber sobre alguma coisa, isto é sobre fatos e princípios expressos por palavras significativas que produzem imagens mentais e promovem a atividade cognitiva, para a ampliação dos significados.

 

DESTACAR CONCEITOS

O DOMÍNIO CONCEITUAL DEVE ESTAR PRESENTE NOS NOSSOS OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

 

Aprendizagem conceitual

“sem conceitos nada se vê […] cada conceito que conquistamos refina e enriquece nossa percepção de mundo” (Veyne, 1983, p. 30).

 

Conceitos tornam o objeto histórico inteligível.

 

DOMÍNIO CONCEITUAL NÃO É DEFINIÇÃO DE PALAVRAS.

Muitas vezes alguns conceitos são utilizados de maneira banal.

Alguns são tão familiares que acabam por designar conteúdos ou períodos históricos.

Paradoxalmente, a aprendizagem conceitual não pode ser teórica. Ela é necessariamente a aprendizagem de uma prática (SEGAL).

Historicidade dos conceitos (PCNs)

 

Dilema: ensinar conteúdos ou ensinar competências?

o dilema não existe pois os professores ensinam as duas coisas implicitamente;

A questão é aprender a ensiná-las de forma explícita, com o objetivo de promover aprendizagem;



Não podemos ser reféns de uma quantidade enorme de conteúdos, mas precisamos organizar o ensino de conteúdos e competências / habilidades de forma associada, a partir de situações –problema.